30 julho 2012

Corte seus riscos!

Defenda-se contra o diabetes tipo 2  investindo em hábitos saudáveis


 MELHORE O CARDÁPIO  - A alimentação deve ser rica em nutrientes, pobre em gorduras e moderada em calorias; priorize vegetais, grãos integrais e frutas de baixo índice glicêmico. Opte pelas melhores fontes de gordura (azeites e castanhas). Restrinja massas refinadas, doces e produtos com açúcar adicionado.




  INVISTA NAS FIBRAS - É o conselho de Raquel Mascarenhas Quintela. Ela informa que por serem digeridas lentamente, retardam a absorção da glicose e dos lipídeos ajudando assim no controle do colesterol,  diabetes e doenças cardiovasculares, proporcionam sensação de saciedade, com isso há uma menor ingestão calórica. Ainda segundo a técnica em Nutrição Rachel Mascarenhas Quintela,  do blog Time to Care me , as fibras são fáceis de serem encontradas em  farelos de trigo, grãos integras e massas integrais, frutas com casca (maçã, pera, ameixa), leguminosas (feijão, soja, grão de bico), frutas, verduras, legumes e em farelos de aveia.


FRACIONE A DIETA -Consumir porções menores de alimentos de 3 em 3 horas, favorece o aproveitamento da glicose pelo organismo e não sobrecarrega o pâncreas.



   ENXUGUE A BARRIGA -  Mire na gordura mais perigosa que se encontra no abdômem. Mantenha a circunferência da cintura em menos de 80 cm para as mulheres e menos de 94 para homens, para descartar risco moderado. Valores acima de 88 cm para mulheres e 102 cm para homens indicam risco elevado.



  SUA A CAMISA , FAÇA EXERCÍCIOS


Essa é a minha recomendação!  Os músculos são grandes consumidores de glicose. Aderindo a um programa de treinamentos, você reduz as chances de ter resistência a insulina. Num estudo publicado no The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism , notou-se que para cada 10% de aumento na massa magra (músculo),o risco de se tornar pré-diabético caiu 12%.  



   DURMA BEM - Pesquisa da U F do Rio Grande do Sul  mostrou que ratos que dormiam mal tinham as taxas de açúcar elevadas. Um outro estudo da Universidade de Chicago EUA apontou que o risco de diabetes cresceu para quem dormia menos de 6 horas por noite. Segundo a pesquisa o culpado é o cortisol produzido para manter a pessoa acordada.


   RELAXE - O cortisol (hormônio do estresse) aumenta as taxas de açúcar no sangue e dificulta a chegada desse combustível às células. O cortisol é benéfico em algumas situações mas perigoso se as alterações persistem. Por isso a necessidade de liberar as tensões. Alguns estudos mostram que atividades de relaxamento e o oga  reduzem as  taxas de açúcar.


   TOME SOL - Pessoas com altos índices de vitamina D, sintetizada sob a pele por estímulo dos raios solares, são menos vulneráveis ao diabetes tipo 2. Mas cuidado em relação aos raios solares. A dermatologista Maria Beatriz Velloso dá várias dicas no post Atividades ao ar livre. Dicas para a nossa saúde!


 CHEQUE SEUS NÚMEROS - Através de exames como Glicemia de Jejum. Nesse exame mede-se o nível de açúcar no sangue após 8 horas em jejum, é indicado a partir do 35 anos. O ideal é ficar abaixo de 100mg/dl. Outros exames importantes que também devem ser feitos são relação insulina/glicemia; o teste de tolerância a glicose  e principalmente o da HEMOGLOBINA GLICADA que informa a média da glicemia nos últimos 3 mêses.


Espero que tenham gostado!
                           

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